Graziela Lessa Gomes
CEO e advogada responsável
OAB/SP 273.542Direito pela PUC-Campinas e Serviço Social pela Unip. Especialista em direito de família e sucessões, civil e processo civil e violência contra a mulher.
Advogada de medida protetiva
Só atendemos mulheres. Pedido de medida protetiva e o que fazer quando ele descumpre, com atendimento online e sigiloso.
Conversar pelo WhatsAppVocê escreve e conta o que está acontecendo, no seu tempo. O canal de contato pode ser combinado com você, e o atendimento é sigiloso.
Você não precisa ter registrado nada nem saber como nomear o que vive. Se uma das frases abaixo combina com a sua rotina, vale conversar.
Ele ameaça você. Diz o que vai fazer se você sair, e você acredita que ele faria.
Já houve agressão. Aconteceu uma vez, ou mais de uma, e você não registrou.
Não tem boletim de ocorrência. Achou que sem registro na polícia não daria para pedir proteção.
Ele descumpriu a medida. A decisão saiu e ele continua aparecendo ou mandando mensagem.
Não tem para onde ir. Mora no imóvel dele ou depende dele financeiramente.
Controle e vigilância. Lê o seu celular, controla o seu dinheiro e decide por você.
Se você se reconheceu em alguma dessas situações, o primeiro passo é uma conversa sigilosa.
Conversar pelo WhatsApp sobre a sua situaçãoConte o que está acontecendo. A conversa é sigilosa.
Medida protetiva de urgência é a decisão judicial que impõe restrições ao agressor para proteger a mulher em situação de violência doméstica e familiar, prevista na Lei 11.340/2006. O artigo 22 permite afastar o agressor do lar, proibir a aproximação e o contato, restringir ou suspender visitas aos filhos e fixar alimentos provisórios. Desde a Lei 14.550/2023, o pedido não depende de boletim de ocorrência nem de processo criminal, e a medida vigora enquanto durar o risco. O descumprimento é crime próprio do artigo 24-A. O escritório Graziela Lessa atua na proteção e no que vem depois dela, guarda, alimentos e uso do imóvel, exclusivamente para mulheres, de forma remota e sigilosa, sob a responsabilidade técnica de Graziela Lessa Gomes, OAB/SP 273.542.
A proteção imediata e o que vem depois dela. Veja o que se aplica a você.
Afastamento do lar, proibição de aproximação e de contato, previstas no artigo 22 da Lei 11.340/2006.
Desde a Lei 14.550/2023, o pedido não depende de registro policial nem de processo criminal em andamento.
Valor fixado junto com a proteção, para você e para os seus filhos não ficarem sem sustento.
Limitação do convívio dele com as crianças enquanto durar o risco.
Definição de quem permanece na casa, inclusive quando o imóvel está no nome dele.
O descumprimento é crime do artigo 24-A da Lei Maria da Penha, e existe caminho quando ele volta a se aproximar.
Conte o que está acontecendo. A conversa é sigilosa.
Tudo começa por uma conversa simples no WhatsApp. O canal de contato pode ser combinado com você, se o seu aparelho puder ser acessado por outra pessoa.
Pelo WhatsApp, no seu tempo, sem precisar ter boletim de ocorrência, registro ou prova em mãos. A conversa é sigilosa desde a primeira mensagem, e quem responde é a equipe do escritório.
Consulta online para avaliar o risco e indicar o que pedir: afastamento, proibição de contato, alimentos provisórios, restrição de visitas ou uso do imóvel. A proposta de honorários vem por escrito antes da contratação, com referência na Tabela da OAB/SP.
Contrato e procuração assinados digitalmente, sem deslocamento. Reunimos a documentação, redigimos a peça e protocolamos no juízo competente, com pedido de urgência. Um software acompanha as movimentações e você é avisada a cada etapa.
Os prazos variam conforme o caso e dependem do andamento do Judiciário, então não é possível prometer datas.
São compromissos do nosso atendimento, não promessas de resultado. Você confere todos já na primeira conversa.
O escritório atende apenas mulheres, em todas as áreas do direito de família.
O que você contar é protegido pelo sigilo da advocacia, desde a primeira mensagem.
Você é ouvida sem julgamento, e cada etapa é explicada sem juridiquês.
Consulta por vídeo e documentos digitais, de qualquer cidade do Brasil ou do exterior.
Advogadas e equipe de apoio são mulheres, do primeiro contato ao acompanhamento.
Honorários combinados por escrito antes da contratação, conforme o tipo de ação.
A primeira mensagem não precisa ser organizada nem completa.
Graziela Lessa Gomes advoga desde 2009 e dedica o escritório ao direito de família e à violência doméstica contra a mulher. É formada em Direito pela PUC-Campinas e em Serviço Social pela Unip, com especialização em Direito de Família e Sucessões, Civil e Processo Civil.
A escolha por atender somente mulheres veio da prática: em conflito familiar, o escritório assume um lado só. A equipe é formada por advogadas e profissionais de apoio, e a responsabilidade técnica é dela, sob a inscrição OAB/SP 273.542.
CEO e advogada responsável
OAB/SP 273.542Direito pela PUC-Campinas e Serviço Social pela Unip. Especialista em direito de família e sucessões, civil e processo civil e violência contra a mulher.
Advogada
OAB/PR 88.036Direito pelo Unicuritiba. Especialista em direito de família e sucessões, civil e processo civil.
Advogada
OAB/SP 555.067Direito pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo. Pós-graduanda em direito de família e sucessões.
Psicanalista Clínica e Integrativa
RTC1390 · Registro 7844 · IBT nº 22367 SP
Quem responde a primeira mensagem é a própria equipe do escritório.
São avaliações públicas do perfil do escritório no Google, selecionadas entre as que falam de atendimento e acolhimento.
EXCELENTE
Com base em 63 avaliações
Publicado em Google
Daniela OTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Nao tenho palavras pra dizer sobre Confiei e indico de olhos fechadosPublicado em Google
Gabriela RTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Dra Graziela muito atenciosa. Me explicou tudo o que eu queria saber...Publicado em Google
Carolina VTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente consulta. Profissional especialista e acolhedora 🙏Publicado em Google
ELAINETrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Recebemos toda atenção e orientação da equipe e da Dra. desde o primeiro contato.Publicado em Google
Claudia TTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Dra Graziela foi muito atenciosa, dedicada e profissional. Sua equipe de atendimento, igualmente atenciosa. Percebe-se claramente que atuam com carinho e compreensão de que suas clientes mulheres passam por processos delicados e profundos para terem lhes procurado. Gratidão a elas.Certificado: TrustindexO selo verificado do Trustindex é o Símbolo Universal de Confiança. Apenas as melhores empresas podem obter o selo verificado que tem uma pontuação de avaliação acima de 4.5, com base nas avaliações dos clientes nos últimos 12 meses. Leia mais
Respostas gerais, com base na lei. Cada caso tem particularidades que podem mudar o caminho.
Não. Desde a Lei 14.550/2023, o pedido de medida protetiva não depende de boletim de ocorrência nem de processo criminal em andamento. Você pode contar o que está acontecendo sem ter registrado nada.
Sim. O atendimento é 100% remoto, por vídeo e WhatsApp, para mulheres de todo o Brasil e para brasileiras que moram no exterior. O processo corre na comarca competente, independentemente de onde você esteja.
Não. É um escritório particular, com honorários combinados por escrito antes da contratação. Quem precisa de assistência jurídica gratuita deve procurar a Defensoria Pública do seu estado.
O pedido pode ser feito na delegacia, na Defensoria, no Ministério Público ou diretamente ao juiz. Desde a Lei 14.550/2023, a medida protetiva da Lei 11.340/2006 não depende de boletim de ocorrência nem de processo criminal, e a palavra da mulher tem peso na decisão. A lei prevê análise do pedido em até 48 horas.
Para o pedido inicial não é obrigatório. A advogada de medida protetiva costuma fazer diferença no que vem depois: acompanhar o cumprimento, pedir prorrogação, agir em caso de descumprimento e conduzir guarda, pensão e uso do imóvel, que quase sempre aparecem junto. Cada situação é diferente, então o caminho é avaliado caso a caso.
O artigo 22 da Lei 11.340/2006 permite ao juiz afastar o agressor do lar, proibir a aproximação e o contato, restringir ou suspender visitas aos filhos e determinar alimentos provisórios. Os artigos 23 e 24 preveem ainda o encaminhamento a programa de proteção, a recondução da mulher ao domicílio e medidas sobre o patrimônio do casal.
Desde a Lei 14.550/2023, a medida protetiva vigora enquanto durar o risco à mulher, independentemente do andamento de inquérito ou de processo. Ela não tem prazo automático de validade e pode ser revista pelo juiz. Se o risco persistir, cabe pedido de manutenção; se cessar, cabe revogação.
O descumprimento é crime próprio, previsto no artigo 24-A da Lei 11.340/2006, com pena de detenção. O caminho é registrar a ocorrência e comunicar o juízo que deferiu a medida, reunindo o que servir de prova: mensagens, imagens e testemunhas. Também é possível pedir o reforço das medidas já deferidas.
O critério legal é o melhor interesse da criança, não o gênero de quem pede. Os artigos 1.583 e 1.584 do Código Civil colocam a guarda compartilhada como regra quando os dois genitores estão aptos. Situações de violência doméstica entram na análise da convivência. O trabalho da advogada de guarda dos filhos é organizar as provas da rotina real da criança.
A guarda compartilhada é a regra, mas o artigo 1.584, parágrafo 2º do Código Civil abre exceção quando um dos genitores declara que não deseja a guarda ou quando não está apto a exercê-la. Situações de violência doméstica, abandono e risco à criança entram nessa análise. É um pedido que exige prova organizada, não apenas relato.
Acontece, e é um ponto que exige cuidado técnico. Relatar violência não é alienação parental, mas a acusação costuma aparecer como resposta na disputa. A defesa se faz com organização de provas: registros, boletins, laudos e histórico de convivência. É por isso que a condução do caso precisa unir a discussão de família com a de proteção.
O Código Civil, no artigo 1.694, adota o binômio necessidade e possibilidade: quanto a criança precisa e quanto quem paga tem condição de contribuir. Não existe percentual fixo em lei. O valor sai das despesas comprovadas, da renda e da realidade de cada família, e pode ser revisto quando essa realidade muda.
Sim. A advogada inscrita na OAB pode atuar em todo o território nacional. Para quem mora fora, a procuração é assinada no exterior e validada, por exemplo com apostilamento pela Convenção de Haia, e o restante acontece por meios digitais. O escritório atende de Campinas para todo o Brasil e para brasileiras no exterior.
O primeiro contato é pelo WhatsApp. Depois vem uma consulta por vídeo para avaliar a situação, e contrato e procuração são assinados digitalmente. Nada exige deslocamento. O canal de contato pode ser combinado com você, o que importa em situações de violência doméstica, quando o aparelho pode ser acessado por outra pessoa.
Sim. O sigilo profissional é dever da advogada, previsto no Estatuto da Advocacia e no Código de Ética e Disciplina, e vale desde a primeira conversa, mesmo que você não contrate o escritório depois. Ele alcança o que você contar, os documentos enviados e a própria existência da consulta.
Estas respostas são informativas e valem como orientação geral. A análise do seu caso depende dos documentos e dos fatos concretos, e nenhum resultado pode ser prometido.
Se a sua pergunta não está aqui, é só perguntar.
Não precisa ter tudo organizado nem ter feito registro. A conversa é sigilosa desde a primeira mensagem.
Conversar pelo WhatsAppAtendimento particular e sigiloso. Não é Defensoria Pública.